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Transpetro adere ao pacto pelo fim da violência contra crianças e adolescentes

0G5C4085.jpgA Transpetro assinou, no dia 29 de maio, adesão ao Pacto Empresarial pelo Fim da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Essa iniciativa consiste em uma declaração pública de compromissos, na qual empresas, entidades setoriais e sindicatos assumem a responsabilidade de atuar efetivamente na prevenção e no enfrentamento desse tipo de violência. Ela também integra o programa “Na mão certa” que tem o propósito de contribuir com uma rede que beneficia milhões de pessoas, entre crianças, adolescentes, familiares e profissionais de diversos setores. O objetivo central é conectar indivíduos para que compreendam o abuso e a violência sexual contra crianças e adolescentes como um problema urgente da sociedade, incentivando-os a atuarem como agentes ativos de proteção. 

0G5C4040.jpgO evento ocorreu no auditório da sede, com a participação da gerente geral de Responsabilidade Social, Nadynni Soeiro, da gerente executiva de Recursos Humanos, Juliana Horta, do gerente executivo de Governança e Conformidade, Erick Alves, da gerente setorial de Diversidade, Aline Fernandes e integrantes da força de trabalho da companhia. Pela Childhood Brasil, participaram a diretora executiva, Laís Perreto, e a superintendente de Programas, Eva Dengler. 

Plano de Direitos Humanos 

Segundo Nadynni, a adesão ao pacto está alinhada às ações do plano de Direitos Humanos da companhia, integrado ao planejamento estratégico corporativo, e pautado em quatro pilares: gestão de pessoas, relacionamento com as comunidades, relação com fornecedores e parceiros e devidas diligências.  

Segundo Nadynni, “ao firmamos esse pacto, reforçamos nossa luta pela proteção da infância e da adolescência e nosso compromisso estratégico com a mitigação de riscos sociais inerentes à sua vasta operação logística em rodovias e terminais aquaviários”. A assinatura do pacto assegura a conformidade com as diretrizes de direitos humanos e com os programas de combate às violências no trabalho e ao abuso ou exploração sexual, cumprindo a política de direitos humanos do sistema Petrobras e fortalecendo a imagem institucional da companhia, seguindo o plano estratégico.  

O plano de direitos humanos da Transpetro, integrado ao planejamento estratégico corporativo, é pautado em quatro pilares: gestão de pessoas, relacionamento com as comunidades, relação com fornecedores e parceiros e devidas diligências. 

A cultura da Transpetro de exercitar a humanidade com escuta, empatia e compromisso com a inclusão foi destacada pela gerente setorial de Diversidade, Aline Fernandes. Ela enfatizou o entendimento da companhia de que “o respeito absoluto aos direitos humanos, incluindo crianças e adolescentes, é a base de qualquer cultura organizacional saudável. Por isso, a infância é e sempre será uma prioridade inegociável na nossa agenda social”. 

Aline também apontou que a proteção à infância garante o futuro da sociedade e de ambientes de trabalho saudáveis. “Diante disso, nossa postura corporativa é clara: tolerância zero e enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes”, reforçou. 

Laís Perreto apresentou a estratégia de enfretamento desse cenário no país e ressaltou que a Childhood é pioneira contra abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. “Atuamos com prevenção e resposta, por meio de ações educativas e informativas, programas e projetos, advocacy (lobby), além de medidas de intervenção, como programas e projetos para articular e fortalecer redes de proteção e iniciativas de capacitação de profissionais”, explicou. 

O “Na mão certa” atua há mais de 20 anos nas rodovias brasileiras e em outros setores de transporte. As iniciativas do programa impactaram mais de um milhão de caminhoneiros e mais de 450 empresas já aderiram. “Atuamos com projetos intra e extramuros em 30 grandes empreendimentos e já capacitamos mais de 20 mil trabalhadores. No trade turístico, levamos nossas ações de conscientização para mais de 200 hotéis, que têm suas gestões mobilizadas sobre o tema”, comentou Eva Dengler. Além disso, o pacto articulou pela aprovação e implementação da Lei da Escuta Protegida (Lei 13.431/2017) e do Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital – Lei 15.211/2025. 

Violência zero 

Criado em 2006, o pacto propõe um conjunto de ações para engajar empresas na prevenção e no enfrentamento do problema, incluindo a mobilização de lideranças e força de trabalho, a atuação junto à rede de transportes, o fortalecimento de relações com fornecedores, a implementação de campanhas contínuas, sempre com foco na disseminação da cultura de tolerância zero à exploração sexual e na promoção de ambientes mais seguros para crianças e adolescentes. 

Os compromissos do pacto empresarial expressam princípios e valores para que a proteção de crianças e adolescentes contra a violência sexual integrem o jeito de fazer negócios das empresas, fortalecendo as agendas de ASG (Ambiental, Social e de Governança), direitos humanos, responsabilidade social e sustentabilidade, orientando práticas éticas e sustentáveis.